🔥 “Não creais que eu tenha vindo trazer a paz, mas sim a divisão”: Um convite à depuração espiritual
O episódio das Reflexões Espirituais transmitido em 11 de julho de 2025 pela Morada da Luz mergulha em uma das afirmações mais enigmáticas de Jesus: “Não creais que eu tenha vindo trazer a paz, mas sim a divisão.” A frase, longe de sugerir violência ou caos por parte do Cristo, revela uma profunda realidade da caminhada espiritual: a verdade transforma e, ao transformar, desafia. Esse desafio provoca resistências internas e externas — em indivíduos, famílias e sociedades. 🌱 A divisão como consequência da incompreensão humana O vídeo afirma que: “Os irmãos separados pelas suas respectivas crenças desembainharão a espada uns contra os outros.” Essa passagem mostra que o conflito não nasce da doutrina de Jesus, mas da dificuldade dos homens em compreendê-la. O mal “viria dos homens e não dele”, como bem compara o vídeo, referindo-se a Jesus como um médico que traz cura, embora o remédio provoque crises salutares no doente. 🔥 O fogo purificador Jesus diz: “Vim lançar fogo à terra para expungi-la dos erros e dos preconceitos.” Este “fogo” é simbólico — é o processo doloroso, mas necessário, de purificação moral e espiritual. Tal como se queima um campo para eliminar as ervas daninhas, a mensagem do Cristo visa destruir o orgulho, o egoísmo e o fanatismo, preparando terreno para a verdade. 🤍 O Consolador e a era do esclarecimento No vídeo, é destacado que, “quando o campo estiver preparado, eu vos enviarei o consolador, o espírito de verdade.” Esse espírito não trará novas palavras, mas o entendimento profundo das palavras já ditas — “para que os homens mais esclarecidos possam enfim compreender.” É nesse contexto que o Espiritismo surge como instrumento renovador, promovendo lutas morais e não mais sangrentas: “Como Jesus, ele topa com orgulho, egoísmo, ambição […] mas as lutas são de ordem moral.” 🎭 O uso indevido do nome de Jesus Em outro trecho impactante, o vídeo alerta: “Não tragam o nome dele em vão […] para articular suas próprias vontades.” Essa crítica ressalta a superficialidade com que o nome de Jesus tem sido usado — muitas vezes para justificar divisões, conflitos e interesses pessoais, distantes do espírito de amor que ele encarnou. 🌈 A essência universal da fé O vídeo conclui com uma reflexão que transcende religiões: “Antes da camiseta, antes de qualquer livro, o que importa é o amor, os sentimentos nobres, o ensinamento de fraternidade.” A verdadeira fé não está nas rótulos, mas na mensagem. Se uma doutrina promove o bem, a caridade e a união, então está em sintonia com o Cristo — independentemente da origem. ✨ Esse vídeo não oferece respostas prontas, mas provoca uma jornada interior de desapego, reconexão com os valores espirituais e coragem para transformar a si mesmo — mesmo que isso cause uma “divisão”, pois onde há luz, há também o confronto com as sombras.



