As escrituras estavam certas

As escrituras estavam certas
O homem caminha rumo à evolução.
Desde tempos remotos,
a civilização emplacou diversas tentativas.
O homem, sob sede de ganância, destruiu várias.
A natureza, por sua vez, se reconstrói em meio à destruição.
Como é divina, se restabelece em diversos fundamentos.
O homem, o corrompe, o destrói.
Vítima de si mesmo, implacável, arrasta multidões semsatos* para a largada final da autodestruição.
Mal sabem que o motivo de suas aniquilações são os próprios ou, sabendo, o fazem para o controle dos demais.
Os jovens, esperança do mundo expiatório e reencarnatório, vêm com propósitos fiéis e renovados.
A fagulha do mundo acende neles uma vontade inexplicável, sentida, que o controle acaba por criar ramos.
A fuga pelo si mesmo é a maneira fiel, sem egoísmo, do autoconhecimento, em conexão com o divino.
O ser. Para o ser. Em conexão.
É o que basta para que os princípios orientadores dos espíritos e da moral sigam com forma na reconstrução da sociedade imaginada sob o prumo de Deus.

22 de outubro de 2025

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